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Educação a Distância da Saint Paul em destaque no especial Educação Executiva da Folha de São Paulo

- terça-feira, 29 de julho de 2014

Educação a Distância da Saint Paul em destaque no especial Educação Executiva da Folha de São Paulo. Confira! 


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Saint Paul inaugura o Ciclo de Palestra do 2º semestre

- quinta-feira, 10 de julho de 2014

 Bem-vindo ao Ciclo de palestras Saint Paul – 2º semestre

A Saint Paul selecionou os temas mais relevantes e atuais para enriquecer sua atuação profissional e sua carreira com palestras ministradas por campeões do mercado.

Participe e usufrua de inúmeros benefícios:
• Eventos gratuitos
• Atualizações e tendências do mercado
• Temas de diversas áreas
• Conteúdos apresentados de forma rápida e direta
• Oportunidade de tirar dúvidas
• Networking com profissionais da área
• Acesso exclusivo ao material da palestra
• Descontos em cursos e livros relacionados
• Certificado de participação

Conheça essa iniciativa:http://bit.ly/1nbPWM6

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Disputa árdua para entrar nos rankings

- quarta-feira, 18 de junho de 2014

 Fazer parte da prestigiosa lista das 70 melhores escolas de educação executiva do mundo não é para qualquer um. Ainda mais se este ranking é minuciosamente montado pelo jornal "Financial Times" (FT), que considera mais de 15 medidas e utiliza critérios extremamente rigorosos de classificação.

As escolas brasileiras se esmeram para constar na lista de instituições renomadas como Harvard, Stanford, MIT, Insead e London Business School. Como não há levantamento específico, estima-se que existam cerca de 3,5 mil escolas de negócios no mundo. Destas, 1,1 mil tentam todos os anos conquistar seu lugar no ranking do FT, que, neste caso, avalia especificamente cursos abertos e customizados para executivos, mas é dono também de outra listagem, ainda mais disputada, a dos melhores MBA do planeta.

E as escolhas não são feitas só com base nas análises de um colegiado eleito para esta função. Os principais critérios classificadores vêm da avaliação dos próprios alunos da instituição de ensino e das empresas que as contrataram. São os participantes dos cursos os principais responsáveis pelo status que a instituição terá ao analisarem a preparação e eficácia da escola no campo do ensino e pesquisa, concepção do programa, métodos, matérias, relevância, qualidade do ensino, extensão do aprendizado no ambiente de trabalho, expectativas alcançadas, instalações adequadas, participação de alunos estrangeiros, utilização internacional do programa e escolas parceiras de outros países.

Com base nessas respostas, totalmente sigilosas, o FT monta a linha classificatória das escolas. Todos os itens pesam matematicamente na posição que a instituição irá ou não ocupar no ranking. Das brasileiras, somente quatro escolas (Fundação Dom Cabral, Insper, Saint Paul e Fundação Instituto de Administração -FIA) conquistaram seu lugar ao sol.

A FDC, apesar de ter caído 11 posições em relação ao ano passado, é a mais bem colocada, em 27º lugar nos cursos customizados e 23º nos abertos, e não esconde o quanto essa classificação traz orgulho para a instituição. "Imagina uma escola brasileira e além de tudo mineira estar nesta lista. Sim, porque Minas Gerais é mais longe que os outros lugares", brinca Paulo Resende, diretor executivo de programas abertos e pós-graduação da FDC.

A instituição, que existe há 38 anos, é uma das poucas que têm parceria exclusiva há 20 anos com a Kellogg, dos EUA, e a Insead, da França. Este, aliás, é um dos pré-requisitos para estar no ranking do FT. "Os critérios nos quais fomos mais bem avaliados foram 'objetivos atingidos', ' uso futuro do aprendizado', 'relação custo benefício' e 'desenho do programa'", afirma Resende.

O ponto frágil da FDC, porém, foi considerado o seu nível de internacionalização. Este é de fato o item que mais tira pontos das escolas brasileiras. O baixo nível de estudantes estrangeiros que frequentam as escolas e a baixa publicação nas revistas científicas internacionais. Dos 35 mil executivos que frequentaram as aulas da FDC no ano passado, somente 800 são de outros países. Os custos dos cursos abertos da instituição mineira costuma variar de R$ 12 mil a R$ 90 mil, com carga horária que vai de uma semana a dois meses. Um dos cursos mais procurados por estrangeiros na FDC é o 'jornada do aprendizado', em que empreendedores e executivos de fora aprendem como fazer negócios no Brasil, considerando as particularidades econômicas, políticas, sociais, estruturais e fiscal.

Participando pela terceira vez no ranking, a Saint Paul Escola de Negócios, especializada na área financeira, é a 59ª colocada na classificação dos cursos abertos e perdeu cinco posições, em relação ao ano de 2012. "Nós não nos classificamos nos cursos customizados, apesar de ser relevante a nossa participação nesta área. Estamos em todos os grandes bancos e nas universidades corporativas das principais companhias abertas do país", afirma José Cláudio Securato, presidente da Saint Paul Escola de Negócios e do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças.

Securato tem como meta liderar o ranking dentre as escolas brasileiras listadas pelo FT em 10 anos. Para isso, está cuidando dos critérios como a não muito expressiva participação de estrangeiros nos cursos. "Eles representam hoje de 3% a 5% do total de alunos. Queremos aumentar esta participação."

A escola ficou em segundo lugar no item 'retorno do aluno', com 20% de executivos que procuram a escola mais de uma vez para se reciclar. No ano passado, mais de 10 mil executivos passaram por algum módulo de aprendizado desenvolvido pela Saint Paul. "O executivo volta porque quer lapidar as suas competências nas posições novas que vai alçando ao longo da carreira. 50% dos nossos cursos são in company. São cerca de 300 programas por ano", afirma Securato. Nos cursos mais longos, como o MBA em Finanças e Crédito, a Saint Paul tem uma parceria exclusiva com a Moody's, agência internacional de classificação de riscos. Além da Moody's Analytics, a Saint Paul conta com parceiros como a New York Institute of Finance e a European School of Management and Technology. Os cursos abertos da instituição custam, em média, R$ 30 mil, e os MBA, R$ 50 mil.

O Insper ocupou a 38ª posição nos cursos abertos e a 52ª nos customizados. Foram mais de 150 turmas com 3,6 mil executivos em programas que variam entre 16 horas a 270 horas. "Nós compensamos a baixa internacionalização com portfólio de cursos inovadores nas áreas de relações governamentais, relações corporativas e compliance, branding e futuring", garante Rodrigo Amantea, coordenador e diretor do Insper. Para melhorar a posição no ranking, a escola fechou parcerias com escolas como Center for Creative Leadership, Instituto de Empresa, New York University, Universidade Católica de Lisboa, ESCP Europe e Florida International University.



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In company - Cresce procura por programas criados sob encomenda - Valor Econômico

- quarta-feira, 18 de junho de 2014

 Há mais de dez anos no mercado, a escola de negócios Saint Paul abriu suas portas com cursos criados sob medida para empresas, os chamados programas "in company". Pouco tempo depois, os cursos abertos passaram a fazer parte do negócio, mas o modelo "in company" continua bastante representativo, chegando a responder por 50% da operação da escola.

Com foco inicial em programas de finanças, controladoria e contabilidade, a Saint Paul aos poucos foi incorporando outras áreas aos seus cursos, como gestão de negócios. Hoje, os programas mais procurados estão nessa segunda vertente. "Os mais pedidos no modelo 'in company' são os cursos ligados à gestão comportamental com liderança", diz José Cláudio Securato, presidente da Saint Paul Escola de Negócios.
Outra mudança que se nota nos últimos anos está nos programas técnicos. Antes, segundo Securato, a tomada de decisões nas organizações ficava muito restrita ao pessoal do financeiro, que fazia análise de risco dos projetos. "Hoje, os executivos da operação também precisam estar preparados para tomar decisões importantes", afirma. Assim, mudou o perfil de quem frequenta os programas ligados a áreas mais técnicas. "As empresas querem desenvolver executivos de diferentes áreas para serem bons tomadores de decisão, e isso passa por uma capacitação técnica mais elevada".
Diante desses cenários, os cursos "in company" da Saint Paul seguem com crescimento expressivo. Segundo Securato, o segmento dentro na escola dobrou de tamanho no primeiro semestre de 2014 na comparação com todo o ano passado. "Somos uma escola que cresce muito rápido e atribuo isso à nossa capacidade de fazer uma customização profunda para as empresas, com simulações e casos práticos do dia a dia do funcionário", diz.
Os cursos desenvolvidos de acordo com as especificidades dos clientes podem abranger grandes grupos de alunos - "já fizemos um programa para 1.500 pessoas, quando houve a fusão de duas concorrentes" - ou serem específicos para um executivo sênior de uma organização, com aulas individuais. Na média, no entanto, as turmas têm entre 30 e 40 alunos.
Levando em conta o número de alunos, a complexidade do tema e a carga de customização, os valores dos cursos "in company" podem ser bem variáveis, de R$ 1.500 a R$ 3.500 por hora de curso, no caso da Saint Paul.
No Mackenzie, que também atua no setor de cursos customizados para empresas há mais de uma década, os critérios para estabelecer os valores dos programas "in company" são semelhantes, mas a maneira de cobrar é outra - por aluno e não por hora. Segundo Waldomiro Barbosa Júnior, gerente do Mackenzie Soluções, o braço de cursos "in company" da escola paulista, um programa customizado de 18 meses, custa a partir de 21 parcelas de R$ 690. "Às vezes a empresa arca com todo o valor, mas também há casos em que paga apenas parte e o restante fica com o funcionário", diz.
O crescimento do Mackenzie Soluções também é expressivo, chegando a 50% por ano, de acordo com Barbosa Júnior. "O mercado está cada vez mais competitivo e as empresas precisam de especialistas para sobreviver", afirma o professor, justificando o crescimento da instituição. Entre os programas mais procurados, ele cita gestão de projetos, gestão pública, cursos relacionados à área do direito e logística. Cada turma formada recebe cerca de 30 alunos e entre as empresas que já contrataram os serviços do Mackenzie Soluções estão Santander, Itaú Unibanco e Capgemini.
Por ser uma universidade, o Mackenzie tem em seu expertise uma ampla gama de áreas educacionais e assim oferece no modelo "in company" cursos de arquitetura e urbanismo, administração, estratégia e gestão, comunicação e letras, controladoria e finanças, direito, engenharia, marketing, mercados financeiros, tecnologia da informação e vendas. Ao fazer a customização, a escola analisa as necessidades do cliente junto com os executivos da empresa e substitui as disciplinas para que o programa fique dentro da expectativa da companhia. Ele afirma que, de uns tempos para cá, observou que muitas empresas já chegam à escola com um diagnóstico do que precisam e pedem à escola um solução para isso. "São programas desenvolvidos a quatro mãos, com professores e executivos", afirma Barbosa Júnior.
José Mauro Gonzalez, diretor de programas corporativos e internacionais da BSP - Business School São Paulo, também notou mudança semelhante na procura por cursos "in company" na escola. "Antes, as empresas eram mais generalistas quando nos pediam um programa customizado. Hoje elas chegam com um diagnóstico dos gaps de competências de seus funcionários", diz Gonzalez.
Com um leque amplo de cursos, a BSP oferece aos seus clientes desde programas de curta duração, com 8 ou 16 horas de aula, até pós-graduações e MBAs com um ano e meio de duração. Como diferencial da instituição, Gonzalez cita a possibilidade de desenhar programas com módulos internacionais, o que é possível graças às parcerias da BSP com escolas do exterior - a BSP integra o grupo americano Laureate. Entre as empresas que já encomendaram cursos customizados para a BSP estão Sabesp, Avaya, Bradesco, Bayer e Carrefour.
A Anhembi Morumbi, outra escola do grupo Laureate, ingressou no segmento de programas customizados para empresas em 2004, quando adaptou para a TAM um curso de graduação em aviação civil que já fazia parte da grade da escola. "Foi uma necessidade da companhia aérea, que queria capacitar e preparar seus pilotos para assumir cargos de liderança", afirma Thiago Dantas, gerente de matrícula para corporativo da Universidade Anhembi Morumbi.



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Inovação é relevante para a competitividade - Valor Econômico

- quarta-feira, 18 de junho de 2014

 A gestão da inovação tem ganhado relevância na educação executiva por contribuir para o aumento da competitividade empresarial e da empregabilidade. No Brasil, as escolas de qualidade ainda são poucas, mas a tendência é de ampliação da oferta. O segmento é influenciado pelo crescimento das graduações tecnológicas.

Conforme dados do Ministério da Educação consolidados pela consultoria Hoper, os cursos superiores de tecnologia no setor privado tiveram em 2012 o dobro de ingressantes em relação aos de licenciatura. Ao concluírem suas graduações, muitos profissionais buscam cursos complementares focados na prática.
Uma referência pioneira na área é a Fundação Instituto de Administração (FIA), criada em 1980 por professores Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (USP). Seu MBA em conhecimento, tecnologia e inovação combina aulas expositivas com estudos de caso, aulas práticas, simulações e jogos de empresas. Os alunos têm a oportunidade de participar de um seminário na Bentley University, de Boston, Estados Unidos, sem custo adicional. A FIA também oferece uma pós-graduação em Gestão da Inovação para a Competitividade, inspirada na experiência de sucesso do MBA.
Outro destaque é a especialização em Gestão Estratégica da Inovação Tecnológica da Universidade de Campinas (Unicamp). Realizada a cada dois anos, ela tem duração de 360 horas, com aulas quinzenais. Sua oitava edição irá iniciar em março de 2015. O objetivo é capacitar profissionais já experientes para criar novos produtos, processos, serviços e negócios. Constam da grade curricular temas como empreendedorismo em negócios de base tecnológica, gestão de portfólio de projetos, fontes de financiamento, estrutura de mercado e concorrência.
"Nosso curso é um laboratório de aprendizado conjunto e troca de experiências, com foco nas empresas e na vertente tecnológica da inovação", resume o coordenador, Ruy Quadros. Ele destaca o caráter "artesanal" na criteriosa construção do conteúdo e seleção dos participantes. A idade média é superior a 40 anos e 80% dos alunos exercem cargo de gerência ou direção. Entre os diferenciais da especialização estão o perfil do corpo docente, inteiramente voltado para inovação.
A Fundação Dom Cabral (FDC) oferece um curso de gestão estratégica de inovação. Seu programa privilegia o intercâmbio de experiências por meio de aulas interativas, estudos de casos, depoimentos de executivos e ferramentas aplicadas à realidade corporativa. Com carga horária de 45 horas, o programa aborda temas como estratégia, cultura e arte de inovação, design thinking, proatividade de mercado e gestão de processo.
Já na Saint Paul Escola de Negócios, que junto com a FDC e o Insper integra o ranking das melhores escolas do mundo para executivos organizado pelo Financial Times, "a inovação é abordada de maneira transversal em nossos programas, pois não acreditamos que possa ser tratada de forma isolada", diz o presidente da Saint Paul, José Cláudio Securatto. Nos cursos, os alunos pensam em algo diferente que poderia ser aplicado nas organizações onde trabalham.



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MBA de Finanças da Saint Paul vira notícia.

- segunda-feira, 16 de junho de 2014

 MBA de Finanças da Saint Paul vira notícia. 

A parceria da Saint Paul com o New York Institute Of Finance se destaca com o lançamento do MBA Executivo em Finanças, que possibilita ao aluno ter contato direto com o conteúdo único de uma das instituições de treinamento em finanças mais respeitadas e tradicionais de Wall Street.

Os alunos terão a oportunidade de estudar na sede do instituto em Nova York, ampliando visão de mercado global.

Veja mais na reportagem impressa no jornal DCI de hoje (16/06/2014).

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Saint Paul é finalista do Prêmio Top of Mind de RH

- terça-feira, 3 de junho de 2014

Saint Paul é finalista do Prêmio Top of Mind de RH

Além de uma das melhores escolas para executivos do mundo pelo Financial Times, agora somos também Top 5 em lembrança de marca entre os gestores de RH!

Temos muito orgulho pelo reconhecimento e confiança desses profissionais que são parte fundamental do nosso projeto de transformar a vida das pessoas por meio do conhecimento

Conheça o prêmio: http://bit.ly/1k8RDhJ

Se você ocupa um cargo diretivo em RH, participe da 2ª etapa do prêmio: http://bit.ly/1tXzGEB

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